Embaixada australiana presta assistência a Julian Assange, detido em Londres

Fundador do Wikileaks foi detido sob acusação de assédio sexual

Efe,

08 de dezembro de 2010 | 02h33

SYDNEY - O ministro de Relações Exteriores da Austrália, Kevin Rudd, disse nesta quarta-feira, 8, que seu país está prestando socorro consular ao fundador do site WikiLeaks, o australiano Julian Assange, após sua detenção em Londres.

 

A embaixada australiana no Reino Unido entrou em contato com Assange após sua apresentação na terça-feira, 7, perante um juiz por uma ordem de extradição emitida pelas autoridades suecas devido a acusações de assédio sexual.

 

Rudd, que chamou Assange de "irresponsável" pela publicação de milhares de documentos diplomáticos que comprometem a diplomacia americana, indicou que será prestada a ele a assistência consular "como a qualquer outro cidadão australiano".

O fundador do site WikiLeaks, de 39 anos, se entregou às autoridades britânicas para declarar-se inocente das acusações do abuso sexual, feitas em agosto por uma jovem sueca.

 

Assange acusou as autoridades australianas de colaborarem com os Estados Unidos e de quererem ocultar a verdade, em artigo publicado pelo diário The Australian nesta quarta-feira.

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