Embalsamamento eterno de Chávez é improvável, diz Maduro

O presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, disse hoje que é pouco provável que o corpo do presidente Hugo Chávez seja embalsamado para uma visualização permanente. Isso porque a decisão de fazê-lo foi feita tarde demais e o corpo do líder socialista não foi devidamente preparado na hora.

Agência Estado

13 de março de 2013 | 21h38

"A decisão (de embalsamar) deveria ter sido tomada muito mais cedo"'', afirmou Maduro, em discurso em uma feira de livros. "A decisão, ou realmente a proposta mais do que a decisão, foi feita como uma forma de amor.''''

Chávez morreu em 5 de março. A decisão de preservar seu corpo de forma permanente foi anunciada dois dias depois. Seu corpo embalsamado deveria ser colocado em exibição em um museu militar, a cerca de um quilômetro e meio do palácio presidencial, para onde ele seria transferido na sexta-feira.

Os "melhores especialistas do mundo", russos e alemães, foram trazidos e consultados sobre o embalsamamento de Chávez. Eles disseram às autoridades que isso provavelmente não seria possível, confirmou Maduro, sem entrar em detalhes. As informações são da Associated Press.

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