EFE
EFE

Emboscada do Estado Islâmico mata ao menos 27 soldados iraquianos de milícia pró-governo

Segundo um comunicado das Unidades de Mobilização Popular (UMP), agressores usavam uniformes militares; porta-voz do Exército do Iraque atribuiu o ataque a ‘células dormentes’ do grupo jihadista

O Estado de S.Paulo

19 Fevereiro 2018 | 11h02

BAGDÁ - Ao menos 27 membros das Unidades de Mobilização Popular (UMP) morreram em uma emboscada do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) perto de Kirkuk, no Iraque, anunciou a milícia iraquiana pró-governo formada para combater os extremistas.

+ EUA iniciam redução de presença militar no Iraque

Segundo um comunicado das UMP, no domingo 18 uma unidade da milícia caiu em uma emboscada do EI na região de Hawija. As vítimas “conduziam uma missão especial perto na área e se perderam”.

+ Duplo atentado suicida no centro de Bagdá mata mais de 30 pessoas

Os agressores usavam uniformes militares e, durante os combates - que duraram ao menos duas horas -, 27 integrantes das UMP "caíram como mártires" e outros fugiram do local, segundo o comunicado.

O general da brigada, Yahya Rasool, porta-voz do Exército iraquiano, atribuiu o ataque a “células dormentes” do Estado Islâmico, e disse que as forças iraquianas seguiam em direção à região em busca dos responsáveis.

Relembre: EI reivindica autoria de ataque contra embaixada do Iraque em Cabul

O EI reivindicou a autoria do ataque em um comunicado divulgado em um site de propaganda jihadista.

Nos últimos meses, Hawija tem sido cenário de ataques dos radicais contras forças de segurança e a população civil. O EI chegou a dominar amplas áreas do norte e do oeste do Iraque, desde que chegou ao país em meados de 2014 até o fim de 2017, quando o governo anunciou que havia sido derrotado. / AFP, EFE e AP

Mais conteúdo sobre:
Iraque [Ásia] Estado Islâmico

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.