Emirados dão apoio discreto à coalizão

O Estado de S.Paulo

10 Novembro 2014 | 02h04

Cenário: Rajiv Chandrasekaran / W.POST

Noite após noite nas últimas semanas, caças dos EUA têm riscado o céu da base de Al-Dhafra, nos Emirados Árabes, com suas turbinas expelindo chamas a caminho do norte, para bombardear alvos no Iraque e na Síria. A presença americana em Al-Dhafra, que o Pentágono não reconhece, é parte vital da campanha liderada pelos EUA contra militantes do Estado Islâmico (EI). As pistas da base lançaram mais aviões de ataque - incluindo o mais sofisticado da Força Aérea americana, o F-22 Raptor - do que qualquer outra instalação militar na região. Em muitas noites, os aviões americanos são acompanhados por F-16 operados pela Força Aérea dos Emirados Árabes. Depois dos americanos, os combatentes do país árabe fizeram mais missões contra o EI do que qualquer outro membro da coalizão multinacional desde que começou a guerra aérea, atacando com frequência alvos que são tão difíceis e perigosos quanto os atacados pelos americanos. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

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