Gary Granja/Reuters
Gary Granja/Reuters

Empresa britânica nega escuta em embaixada do Equador

Patiño disse que microfone foi encontrado no interior de uma tomada na sala da embaixadora

Agência Estado

04 de julho de 2013 | 08h53

LONDRES - A empresa britância de vigilância privada  Surveillance Group Ltd. negou as acusações do governo do Equador de que instalou uma escuta na embaixada do país sul-americano em Londres. Nesta quinta-feira, 4, a empresa disse que a afirmação é "totalmente falsa".

O executivo-chefe da Surveillance Group Ltd., Timothy Young, disse que ele e sua empresa "nunca participaram de qualquer atividade desta natureza" e ficaram sabendo das acusações pela mídia. "Nós não fomos contactados por qualquer membro do governo equatoriano e nossa primeira notificação sobre este incidente foi através da imprensa nesta manhã."

A Secretaria de Relações Exteriores da Grã-Bretanha se recusou a comentar.

Na quarta-feira, o ministro de Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, disse que um microfone foi encontrado no mês passado no interior de uma tomada do escritório da embaixadora Ana Alban. Patiño disse que seu país acredita que o artefato tenha sido instalado pela Surveillance Group.

Em seu site, a empresa diz que combina "as práticas, habilidades e experiência das forças especiais, da polícia e da vigilância comercial para criar uma nova forma de vigilância".

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, está na embaixada há um ano para evitar ser extraditado para a Suécia, onde é acusado de ataque sexual a duas mulheres./ AP e REUTERS

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