Empresa paga e caminhoneiros são soltos no Iraque

Terroristas libertaram caminhoneiros estrangeiros mantidos como reféns por seis semanas no Iraque, depois que a empresa para a qual as vítimas trabalham pagou US$ 500.000 de resgate. O grupo que havia capturado os caminhoneiros, intitulado "Portadores das Bandeiras Negras", havia exigido que a empresa parasse de trabalhar no Iraque, que prisioneiros iraquianos fossem libertados e que famílias de vítimas dos combates em Faluja fossem indenizadas.Semana passada, porém, as exigências foram reduzidas a apenas uma: que a empresa Kuwait and Gulf Link Transport Co. parasse de atuar no Iraque. Mas depois que os sete reféns - um egípcio, três indianos e três quenianos - foram soltos e deixaram o país, a companhia deu outra versão, alegando que os seqüestradores haviam exigido um resgate de US$ 7 milhões. No final, foram pagos US$ 500.000, uma fortuna imensa para os padrões iraquianos.Segundo o executivo-chefe da empresa, os seqüestradores não eram ativistas políticos, mas "meros chantagistas".

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