Empresa pede desconto em farinha importada

A Polar, a maior empresa de alimentos da Venezuela, pediu ontem ao governo do presidente Nicolás Maduro que altere o preço tabelado da farinha de milho - ingrediente básico dos alimentos mais consumidos na dieta dos venezuelanos. De acordo com a empresa, por ter a importação da matéria-prima forçada pelo governo a preços três vezes mais altos do que no mercado internacional e por ser vendida obrigatoriamente por um preço muito baixo - tabelado pelo Estado -, a empresa tem amargado sucessivos prejuízos na fabricação da farinha de milho pré-cozida.

O Estado de S.Paulo

18 de junho de 2015 | 02h06

"O preço final da farinha não cobre os custos de produção. Por isso pedimos que a importadora do governo nos venda a farinha crua ao mesmo preço pago no México, 2 bolívares (o quilo), e não pelos 7 bolívares atuais, já que a farinha não é produzida na Venezuela", disse o diretor da empresa José Anzolar. A farinha de milho é usada, entre outros pratos, na produção da arepa, o alimento preferido dos venezuelanos. / EFE

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