Empresário seqüestrado pelas Farc morre em resgate

Soldado e quatro guerrilheiros também morrem na tentativa frustrada do Exército

Efe

13 Julho 2007 | 01h58

Um empresário seqüestrado pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), um soldado e quatro supostos guerrilheiros morreram na quinta-feira, 12, em um resgate militar fracassado nas montanhas do departamento (estado) de Caldas, no noroeste do país, informaram fontes militares. Um comando de elite anti-seqüestro do Exército Nacional lançou a operação, que tinha como objetivo libertar Diego Mejía Isaza, seqüestrado em 1º de maio em uma região rural de Caldas a cerca de 300 quilômetros de Bogotá. O comandante do Exército, o general Mario Montoya, disse à imprensa que a ação militar acontecida em Montebonito, área rural de Marulanda. "Como é de se supor, em todo tipo de operação há riscos, e corremos o risco com o sinal verde da família (do cativo)", disse o oficial, acrescentando que "infelizmente neste caso o seqüestrado morreu". A operação de resgate deu lugar a um confronto entre os militares e os seqüestradores de Mejía Isaza, que a princípio ficou ferido no fogo cruzado. O empresário do setor agropecuário morreu quando era levado para Manizales, capital de Caldas. Já o soldado e os quatro supostos membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) morreram no local do combate. Mejía Isaza, de 50 anos, estava em poder da frente 47 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que - segundo versões jornalísticas - exigia por sua libertação 5 bilhões de pesos (cerca de US$ 2,5 milhões).

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