Energia elétrica é normalizada em Manhattan

As luzes voltaram à parte baixa da ilha de Manhattan neste fim de semana, cinco dias após a supertempestade Sandy deixar os moradores na escuridão. A falta de energia elétrica e gasolina, no entanto, ainda afeta outras áreas de Nova York.

LUCIANA ANTONELLO XAVIER, Agência Estado

04 de novembro de 2012 | 10h01

Com a queda brusca de temperatura, o prefeito Michael Bloomberg pediu aos residentes sem aquecimento e luz nas casas que procurem abrigos da cidade. Segundo ele, 25 mil cobertores estão sendo distribuídos por toda Nova York. "Somos nova-iorquinos e vamos superar tudo isso. Mas também não quero que ninguém pense que os problemas acabaram", disse o prefeito no sábado.

Bloomberg disse ainda que a resolução do problema de falta de gasolina pode levar dias. Onde há postos de gasolina, há filas dando voltas nos quarteirões nas regiões mais afetadas. Entre essas regiões está o Estado de Nova Jérsei, onde o governador Chris Christie impôs um racionamento que lembrou os piores dias de falta de combustível, nos anos 70.

Pelo menos dez pessoas foram presas em postos de gasolina por causa de brigas por furar fila, segundo a polícia. Por isso, a presença da polícia nos postos foi intensificada desde sábado. "É o caos, um pandemônio aqui", disse Chris Damon, que estava esperando por três horas para abastecer seu carro. Ele já havia saído de sua casa no Brooklyn por falta de luz, assim como milhões de pessoas fora de Manhattan. As informações são da Associated Press.

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