Enfermeira infectada com ebola é liberada, diz família

A família de Amber Vinson, enfermeira do Texas, que voou para Ohio e foi diagnosticada com ebola disse que os médicos não detectaram o vírus em seu corpo.

Estadão Conteúdo

22 de outubro de 2014 | 21h59

Um comunicado da família divulgado nesta quarta-feira afirma que o Hospital da Universidade de Emory e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), não conseguiram detectar a presença de ebola em Amber, assim como na terça-feira. Os médicos costumam fazer dois testes com a diferença de um dia antes de dizerem que não é possível detectar o vírus. Não está claro por quantos testes Amber passou.

De acordo com o comunicado, a mãe de Amber falou com ela nesta quarta-feira e foi aprovada a transferência da enfermeira da área de isolamento.

Amber está sendo tratada em Emory, perto de Atlanta. Funcionários do hospital não comentaram seu estado de saúde. A enfermeira ajudou a cuidar de um liberiano infectado com ebola, que morreu em um hospital de Dallas em 8 de outubro. Ela e outra enfermeira também contraíram a doença.

Fonte: Associated Press.

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