Joshua Roberts/Reuters
Joshua Roberts/Reuters

Ensaio para a posse de Biden é adiado por questões de segurança, diz site

De acordo com a reportagem do site Politico, o ensaio estava marcado para domingo e foi reagendado para segunda-feira

Redação, O Estado de S.Paulo

15 de janeiro de 2021 | 03h35

O ensaio para a posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, foi adiado por questões de segurança, informou o site Politico na noite desta quinta-feira, 14, citando duas pessoas com conhecimento da decisão.

O ensaio, que estava marcado para domingo, agora está previsto para segunda-feira, de acordo com a reportagem.

A equipe de Biden também cancelou uma viagem da Amtrak de Wilmington a Washington planejada para segunda-feira devido a maiores preocupações com a segurança, acrescentou a reportagem. Biden será empossado em 20 de janeiro. O comitê presidencial inaugural se recusou a comentar a notícia.

O diretor do Departamento Federal de Investigação (FBI), Christopher Wray, disse antes que indivíduos que poderiam ameaçar a segurança da posse estavam sendo investigados.

Uma posse presidencial tradicionalmente atrai centenas de milhares de visitantes a Washington, mas as cerimônias foram reduzidas drasticamente por causa da pandemia de covid-19.

Biden pediu para a sua procuradora-geral adjunta nomeada e conselheira de contraterrorismo do ex-presidente Barack Obama, Lisa Monaco, servir como conselheira temporária de segurança interna até a posse na próxima semana.

Autoridades alertaram sobre os planos de protestos armados em Washington e todos os 50 estados e grupos ativistas estão preocupados com o potencial de violência.

Os avisos seguem-se ao ataque da semana passada ao Capitólio dos EUA por extremistas pró-Trump, que deixou cinco pessoas mortas. Eles invadiram o local na última quarta-feira, tentando impedir a certificação da vitória eleitoral de Biden pelo Congresso.

Trump, que questionou a validade da vitória de Biden sem apresentar provas, inicialmente elogiou seus apoiadores, mas depois condenou a violência./Reuters

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