Entre o ''maestro da orquestra'' e a ''mãe'' dos desamparados

"Eu serei o maestro da orquestra e meus ministros terão o conhecimento técnico", disse ao "Estado" o candidato Michel Martelly, ao ser questionado sobre o risco de um político inexperiente - que foi cantor de compas (ritmo de merengue mais lento) - tornar-se presidente de um dos países mais ingovernáveis do mundo. "Quero ser um símbolo de conquista para todos os haitianos. Uma inspiração. É disso que precisamos."

, O Estado de S.Paulo

20 de março de 2011 | 00h00

Com tom materno, suave, Mirlande Manigat repete nas entrevistas que sente "um enorme senso responsabilidade". "Eu amo o Haiti, mas não gosto do que ele se tornou", diz.

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