Envolvidos em caso de leite adulterado são julgados na China

Um deles entrou no tribunal em cadeira de rodas após tentar suicídio

EFE,

31 de dezembro de 2008 | 04h08

Os quatro principais diretores do Grupo Sanlu, maior firma láctea chinesa envolvida no escândalo de leite adulterado que afetou cerca de 300 mil crianças na China, se sentaram nesta quarta-feira, no banco dos réus, informou a agência oficial de notícias "Xinhua". Um deles entrou no tribunal em cadeira de rodas após tentar suicídio. Das 294 mil crianças afetadas, segundo números oficiais, seis morreram por insuficiência renal como conseqüência da ingestão de leite contaminado com melamina, um produto químico tóxico que eleva os níveis de proteínas do leite nos controles de qualidade. Um tribunal de Shijiazhuang, capital da província de Hebei, acusou a ex-presidente e diretora geral da Sanlu, Tian Wenhua, e os outros quatro executivos de produzir e vender produtos lácteos falsos que descumpriam as normas de segurança alimentar. Os outros três acusados são os ex-diretores gerais Wang Yuliang e Hang Zhiqi, e o antigo responsável da divisão láctea da Sanlu Wu Jusheng. Os quatro acusados foram detidos em 26 de setembro e, caso sejam declarados culpados, podem ser condenados à prisão perpétua.

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