REUTERS/John Stillwell/Pool
REUTERS/John Stillwell/Pool

Equador permitirá que promotores suecos interroguem Assange na embaixada em Londres

Autoridades da Suécias querem interrogar o fundador do WikiLeaks por acusações de estupro feitas em 2010; ele vive desde junho de 2012 na embaixada equatoriana no Reino Unido

O Estado de S.Paulo

11 Agosto 2016 | 09h49

QUITO - O Equador permitirá que procuradores suecos entrevistem o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em sua embaixada em Londres, onde ele está morando desde junho de 2012, informou nesta quinta-feira, 11, o Ministério das Relações Exteriores do Equador em comunicado.

Autoridades suecas querem interrogar Assange, de 45 anos, por acusações de estupro feitas em 2010, as quais são negadas por ele. O fundador do WikiLeaks evitou uma possível extradição para a Suécia ao se refugiar na embaixada do Equador em Londres.

"Nas próximas semanas, uma data será marcada para a audiência que será realizada na embaixada do Equador no Reino Unido", informou o Ministério equatoriano no comunicado.

No final de maio, um tribunal sueco emitiu um mandado de prisão contra Assange, dizendo que a permanência na embaixada do Equador em Londres não equivale a uma detenção.

Em 2015, a Suprema Corte da Suécia rejeitou um pedido anterior de Assange para revogar uma ordem de detenção. / Reuters

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.