Equador se diz 'preocupado' com resolução da ONU sobre a Líbia

País teme que uso da força no país árabe resulte em intervenção parecida com a ocorrida no Iraque e nos Bálcãs

Efe,

18 de março de 2011 | 03h29

QUITO - O governo do Equador expressou nesta quinta-feira, 17, sua preocupação com a resolução do Conselho de Segurança da ONU que autoriza o uso da força para impor uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, que poderia resultar em uma situação como a ocorrida no Iraque e nos Bálcãs.

 

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Em comunicado da chancelaria, o Equador expressou "sua preocupação de que esta decisão possa levar a uma intervenção estrangeira nesse país, como já ocorreu no Iraque e no conflito nos Bálcãs". 

 

O governo equatoriano "condenou as violações aos direitos humanos e o ataque à população civil na Líbia", mas também "toda intervenção militar que possa ocorrer no país" árabe do norte da África.

 

Nesse sentido, Equador pediu que a comunidade internacional "esteja alerta para que não se repita uma intervenção similar à ocorrida no Iraque", acrescentou o texto oficial.

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