San Yu/EFE
San Yu/EFE

Equipes de resgate priorizam áreas remotas na China após terremoto

Desastre ambiental resultou na morte de pelo menos 89 pessoas e destruiu milhares de prédios

Reuters

08 de setembro de 2012 | 09h24

As equipes de resgate no sudoeste da China tentavam neste sábado, 08, alcançar comunidades remotas atingidas por uma sequência de terremotos que resultou na morte de pelo menos 89 pessoas e destruiu milhares de prédios, segundo informações da imprensa estatal.

Tremores de magnitude 5.6 atingiram uma região pobre e montanhosa do país asiático com pouca infraestrutura e dificuldade de comunicação na sexta-feira. O número de mortos ainda pode aumentar ao passo que novas notícias chegam de áreas remotas, informou a agência Xinhua.

Os terremotos levaram ao corte de energia elétrica e provocaram deslizamentos de terra que bloquearam estradas, dificultando os esforços de resgate. A chuva, prevista para os próximos três dias, também somava-se às dificuldades de resgate.

A televisão estatal mostrou muros desmoronados e estradas bloqueadas por entulho e pedras.

Mais de 200 mil pessoas na província de Yunnan foram deslocadas depois que os tremores destruíram mais de 6.600 casas e danificaram outros milhares de prédios. Na província vizinha Guizhou, mais de 11.700 casas foram destruídas.

O premiê chinês, Wen Jiabao, realizou uma reunião de emergência em seu avião quando voava para a região do desastre, na noite de sexta-feira. Ele passou a noite visitando sobreviventes em aldeias e hospitais, segundo a Xinhua.

(Por John Ruwitch)

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