Equipes resgatam 13 dos 33 mineiros presos no Chile

O mineiro chileno Carlos Barrios foi o 13º resgatado nesta quarta-feira, na mina San José, perto da cidade de Copiapó, no norte do Chile. A operação vai prosseguir ao longo do dia para retirar os 20 mineiros restantes. Os trabalhadores ficaram presos durante 69 dias, após um acidente em 5 de agosto deixá-los isolados no subterrâneo. A ação de resgate foi intitulada "Operação São Lourenço", em uma referência ao santo patrono dos mineiros.

AE-AP, Agência Estado

13 de outubro de 2010 | 11h19

Além de Carlos Barrios, já foram retirados Florencio Ávalos, José Ojeda, Osmán Araya, Mario Sepúlveda, Juan Illanes, o boliviano Carlos Mamani, Jimmy Sánchez, Claudio Yáñez Lagos, Mario Gómez, Alex Vega, Jorge Galleguillos e Edison Peña. Florencio Ávalos foi o primeiro a ser resgatado da mina a quase 700 metros de profundidade. Seu resgate ocorreu pouco após a zero hora desta quarta-feira (horário de Brasília).

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, disse que os esforços para o resgate foram "sem precedentes". Piñera chegou a dizer que a fé dos mineiros presos "moveu montanhas" e tornou possível o "milagre". O presidente da Bolívia, Evo Morales, chegou esta manhã ao Chile para se encontrar com o boliviano Carlos Mamani, o único mineiro que não é chileno. Morales elogiou o trabalho do governo vizinho e disse que o resgate é uma "grande ação humanitária".

O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, porta-voz P.J. Crowley, mandou uma mensagem via Twitter em que parabeniza o Chile "pelo resgate bem sucedido", uma "mostra notável de esperança e habilidade". No Vaticano, o papa Bento XVI disse hoje que está rezando pelos mineiros. Com informações da Dow Jones.

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