Erros deixaram missão dos EUA na Líbia vulnerável

Um grupo independente encarregado de investigar o ataque de 11 de setembro deste ano na Líbia, que matou um embaixador norte-americano e três cidadãos dos EUA, concluiu que erros sistemáticos de gerenciamento no Departamento de Estado levaram a organização de um esquema de segurança inadequado, o que deixou a missão vulnerável.

AE, Agência Estado

19 de dezembro de 2012 | 11h17

Apesar dos erros, o Conselho de Revisão de Responsabilidades determinou que nenhuma autoridade norte-americana ignorou ou violou, individualmente, suas funções. Além disso, o órgão também não encontrou evidências de indisciplina. Por outro lado, o conselho descobriu que, ao contrário dos relatos iniciais, não houve protesto do lado de fora da missão e culpou completamente os terroristas pelo incidente.

O Departamento de Estado enviou uma versão confidencial do relatório para legisladores na terça-feira e divulgou uma versão não confidencial mais tarde. O documento faz 29 recomendações para aprimorar a segurança da embaixada. A secretária de Estado Hillary Clinton disse ter aceitado toda. As informações são da Associated Press.

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