Felice Calabro/AP
Felice Calabro/AP

Líderes europeus condenam atentado em Istambul e pedem união

Reunidos em Bruxelas, chefes de governo da Espanha, Bélgica e Lituânia lamentam ataque e prometem solidariedade aos turcos

O Estado de S. Paulo

28 Junho 2016 | 17h48

BRUXELAS - Reunidos em Bruxelas para a cúpula que deve definir os rumos da saída do Reino Unido da União Europeia, lideres europeus condenaram a violência em Istambul após o atentado desta terça-feira, 28, que matou 28 pessoas. O governo americano afirmou que monitora a situação - todos os voos entre os Estados Unidos e a Turquia foram suspensos após o atentado. 

O secretário de Estado americano, John Kerry, disse que as autoridades do país ainda estão investigando o atentado em Istambul. "O nosso principal desafio é enfrentar esses atores não estatais violentos", disse, em referência velada ao Estado Islâmico. O presidente americano, Barack Obama, foi informado do atentado por sua assessora de segurança nacional Lisa Monaco e acompanha a situação.

O ministro de Exterior alemão  Frank-Walter Steinmeir condenou o ataque e disse estar chocado com a violência. "Estamos ao lado das vítimas e da Turquia", declarou. 

O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, condenou  o atentado a bomba no Aeroporto de Istambu e pediu união para combater a barbárie. "Minha repulsa a esse atentado bárbaro em Istambul", escreveu Rajoy em sua conta no Twitter. A barbárie não se imporá enquanto estivermos unidos."

Rajoy, que venceu as eleições na Espanha no domingo, mas ainda não tem maioria para formar governo, está em Bruxelas onde participa de cúpula da UE.

Outros líderes europeus também condenaram o ataque. O premiê belga, Charles Michel, cujo país sofreu um ataque similar este ano, lamentou o  "terror desprezível. "Estamos juntos com o povo turco", disse. 

A presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite, dissse rezar pelas vítimas. "Condenamos esse ato atroz de violência", afirmou.    / EFE

Mais conteúdo sobre:
EspanhaTurquiaUE

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.