Espanha fecha ilha na busca por suspeitos de atentado

Pouco depois da explosão em um alojamento da polícia em Palma de Mallorca, na qual morreram dois agentes, todos os aviões e navios foram proibidos de deixar a localidade enquanto autoridades espanholas procuram por suspeitos de envolvimento no aparente atentado. "Em razão do que ocorreu hoje, colocou-se em funcionamento a operação Jaula, que consiste em fechar a ilha de Mallorca para evitar a fuga dos terroristas", informou o governo regional das Ilhas Baleares por meio de um comunicado. A segurança no arquipélago já estava reforçada porque o rei Juan Carlos e sua família, como de costume, encontram-se em férias em Mallorca.

AE-AP, Agencia Estado

30 de julho de 2009 | 11h43

Dois agentes da Guarda Civil espanhola morreram no atentado ocorrido em frente a um alojamento da polícia em Palma de Mallorca, disse um porta-voz da corporação. O alojamento onde ocorreu a explosão fica na localidade de Palmanova. Um porta-voz do governo regional das Ilhas Baleares afirmou que diversas pessoas ficaram feridas, mas não forneceu mais detalhes sobre o atentado.

A ministra da Saúde, Trinidad Jiménez, disse por meio de um breve comunicado, que todos os indícios apontam para uma nova ação do grupo separatista Pátria Basca e Liberdade (ETA). Ontem, a explosão de um carro-bomba diante de um alojamento da polícia no norte da Espanha deixou 60 pessoas feridas e causou extensos danos materiais. O atentado também foi atribuído ao ETA.

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