Espanha suspeita de traição na morte de agentes no Iraque

O governo espanhol realizou um funeral solene, transmitido pela televisão, para os sete agentes secretos mortos no Iraque, em meio a suspeitas de que contatos iraquianos que trabalhavam com os agentes tenham traído os espanhóis. O primeiro-ministro Jose Maria Aznar prometeu não retirar os 1.300 soldados que a Espanha mantém no Iraque.No ataque, oito espanhóis foram emboscados numa estrada a 30 km do Bagdá. Apenas um sobreviveu. O ministro da Defesa, Federico Trillo, disse que a emboscada provavelmente está ligada ao assassinato de outro agente, Jose Antonio Bernal, morto em outubro. Os assassinos sabiam onde era a residência de Bernal em Bagdá.Os noticiários dizem que a suspeita de traição foi alimentada pelo fato de que os agentes haviam feito mudanças de última hora na rota e no horário da viagem.

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