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Estado Islâmico considera autor de atentado em Ohio ‘um soldado’

Agência jihadista disse que Artan, de 18 anos, atendeu aos chamados do grupo para atacar cidadãos de países da coalizão internacional

O Estado de S.Paulo

29 de novembro de 2016 | 18h52

CAIRO - A agência de notícias jihadista Amaq, disse nesta terça-feira no Twitter que o estudante de origem somali morto na segunda-feira após ferir 11 pessoas na Universidade Estadual de Ohio, era um “soldado do Estado Islâmico” que havia atendido aos chamados do grupo para atacar cidadãos de países da coalizão internacional que combate na Síria e no Iraque. O EI costuma emitir comunicados assumindo a autoria de todos os ataques.

Pelo Facebook, o somali Abdul Razak Ali Artan, de 18 anos, havia criticado a ingerência americana no mundo muçulmano. “Se vocês querem que nós muçulmanos deixemos de praticar atentados, então façam a paz”, escreveu Artan, disse anonimamente um agente de segurança. O jovem sugeria uma trégua com o Estado Islâmico. Os investigadores vasculharam o apartamento dele em busca de evidências que revelem a motivação do ataque.

Artan jogou seu carro contra um grupo de pedestres no câmpus e, depois, atacou outras vítimas com uma faca antes de ser morto por disparos da polícia. 

Ao ser questionado se o incidente tratou-se de um ataque terrorista, o chefe de polícia de Columbus, Kim Jacobs, afirmou que os investigadores consideravam essa possibilidade, entre outras. A família de Artan chegou aos EUA em 2014 como refugiada. / EFE

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