Estados Unidos e europeus condenam violência do governo iemenita

Cresce a pressão interna e externa pela derrubada de Ali Abdullah Saleh, desde 1979 à frente do Iêmen

estadão.com.br

21 de março de 2011 | 15h44

No momento em que cresce a pressão interna no Iêmen pela derrubada do ditador Ali Abdullah Saleh, com a deserção de figuras importantes do governo, potências ocidentais também criticam o regime autoritári instalado no país desde 1979.

 

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 A Casa Branca disse nesta segunda-feira que a violência como resposta às manifestações do povo iemenita é inaceitável. Os Estados Unidos têm boa relação com Saleh, a quem deram apoio na luta contra o grupo terrorista Al-Qaeda.

 

O chanceler francês, Alain Juppé disse nesta segunda-feira que a renúncia do presidente iemenita é inevitável. Já o primeiro-ministro britânico David Cameron afirmou que seu país está "xtremamente perturbado com o que está acontecendo no Iêmen" e pede que as aspirações do povo seja respondidas com "reformas e não com repressão".

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