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Estados Unidos e ONU mostram preocupação com violência no Egito

Barack Obama e Ban Ki-moon pedm ação dos governantes egípcios para proteger cristãos coptas

Agência Estado e Associated Press

10 de outubro de 2011 | 15h07

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se disse "profundamente preocupado" com a violência no Egito, informou a Casa Branca nesta segunda-feira, 10. A Organização das Nações Unidas (ONU) também pediu o fim da violência contra cristão coptas no país.

 

Veja também:

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No comunicado, Obama pediu que a minoria cristã egípcia seja protegida. Os comentários de Obama foram feitos depois que ao menos 26 pessoas, a maioria civis cristão egípcios, morreram em choques com os militares no domingo. Os cristãos protestavam contra a demolição de uma igreja copta.

 

O mandatário também ressaltou a necessidade da junta militar que governa o país realizar eleições em breve. "O presidente está profundamente preocupado com a violência no Egito que levou à trágica perda de vidas entre os manifestantes e as forças de segurança", disse o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, em comunicado.

 

Já o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos líderes interinos do Egito que "garantam a proteção dos direitos humanos e da liberdades civis" para as pessoas de todas as religiões. Ele apelou aos egípcios para que "permaneçam unidos e preservem o espírito das mudanças históricas do começo do ano", segundo informações passadas pelo porta-voz Eduardo del Buey. As informações são da Dow Jones.

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