Estados Unidos matam líder do Estado Islâmico

Segundo o governo, a esposa do militante, que é suspeita de integrar o grupo, foi capturada

O Estado de S. Paulo

16 de maio de 2015 | 10h50

WASHINGTON - Forças especiais dos Estados Unidos conduziram um ataque no leste da Síria na noite da sexta-feira e mataram um líder do grupo Estado Islâmico, informaram autoridades. Segundo o governo, a esposa do militante, que é suspeita de integrar o grupo, foi capturada.

O Pentágono afirmou neste sábado, 16, que os militares conduziram uma operação em solo em Al-Amr, na região leste do país, para capturar Abu Sayyaf e sua esposa, Umm Sayyaf. A missão representa um exemplo raro das forças norte-americanas conduzindo uma ação militar em solo na Síria.

Durante a missão, Sayyaf teria resistido e foi morto, segundo comunicado divulgado pelo Pentágono. Segundo o texto, Sayyaf ajudava a gerir os negócios de óleo e gás do Estado Islâmico, além de realizar também operações financeiras. Nenhum militar norte-americano foi ferido na ação.

"A operação representa um novo golpe ao Estado Islâmico, e é um lembrete de que os Estados Unidos nunca irão hesitar em negar proteção a terroristas que ameaçam nossos cidadãos, amigos e aliados", afirma o secretário de Defesa, Ash Carter, em nota.

A Casa Branca também divulgou comunicado, por meio do Conselho Nacional de Segurança, afirmando que o presidente Barack Obama autorizou a operação, que libertou uma jovem yazidi que aparentemente era mantida pelo casal como uma escrava. Segundo a nota, a refém será entregue à sua família "assim que possível". Fonte: Dow Jones Newswires.

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