Estudantes de Hong Kong pressionam aliados a se unir

Lideranças de grupos estudantis buscam uma participação pública mais ativa de legisladores pró-democracia e de coalização

O Estado de S. Paulo

27 de outubro de 2014 | 17h01

HONG KONG - Líderes estudantis pró-democracia em Hong Kong continuaram, nesta segunda-feira, 27, a agir para dividir a responsabilidade das manifestações com grupos solidários, após uma tentativa frustrada de realizar uma consulta junto a simpatizantes do movimento no domingo.

Lideranças de grupos estudantis buscam uma participação pública mais ativa de legisladores pró-democracia e de uma coalização de mais de 20 organizações civis, que até agora estiveram essencialmente agindo nos bastidores.

"No momento, estamos consultando as opiniões de vários grupos locais, com a intenção de futuramente impor pressão sobre o governo para que este ofereça políticas democráticas completas o quanto antes", disse Garry Fong, membro de um comitê da Hong Kong Federation of Students, grupo de estudantes de universitários que até agora foram a cara dos protestos e os únicos a negociar com o governo.

Organizadores das manifestações tinham a intenção de realizar uma consulta sobre as pequenas concessões feitas pelo governo na semana passada, na primeira reunião presencial com lideranças estudantis. A medida tinha como objetivo dar novo ânimo e demonstrar apoio a um movimento cuja direção tornou-se incerta desde o encontro com o governo. A sondagem, que seria feita por meio de telefones celulares com manifestantes, acabou não sendo realizada. Representantes dos quatro principais grupos se reuniram no domingo para pedir desculpas públicas pelo insucesso, alegando pressa e falta de preparo. / Dow Jones Newswires

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