EUA afirma que embaixada na Turquia tem proteção

O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que o atentado de sexta-feira (01) à embaixada do país em Ancara, na Turquia, mostra que as medidas de segurança necessárias foram tomadas. A porta-voz Victoria Nuland avaliou que o fato de o homem-bomba ter detonado os explosivos no posto de controle, antes de entrar na embaixada, indica que a estrutura tem proteção suficiente.

KELLEN MORAES, Agência Estado

02 de fevereiro de 2013 | 11h09

Apesar disso, o Departamento de Estado disse que o incidente ilustra a necessidade de aprovação de financiamento para melhorias na segurança diplomática pelo Congresso. Nuland acrescentou que as condições do posto Ancara têm sido revisadas constantemente, mas que o prédio é da década de 1950 e precisa de reformas.

Desde a morte do embaixador Christopher Stevens, na Líbia, legisladores norte-americanos têm criticado falhas de procedimentos de segurança do Departamento de Estado. Funcionários do Departamento, por sua vez, relatam cortes no orçamento pelo Congresso.

O suicida foi identificado como Ecevit Sanli, membro da organização terrorista de extrema esquerda Partido da Frente Revolucionária de Libertação do Povo (DHKP-C, na sigla em turco). O guarda morto foi identificado como Mustafa Akarsu, de 47 anos. A jornalista turca Didem Tuncay, de 39 anos, foi internada em um hospital após ser ferida gravemente. As informações são da Dow Jones.

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