EUA ameaçam Sudão com novas sanções caso a situação no país piore

Americanos temem que violência possa aumentar por causa do referendo de independência do sul

Efe,

14 de setembro de 2010 | 22h24

WASHINGTON- Os Estados Unidos advertiram nesta terça-feira, 14, o Sudão que irão recorrer a novas sanções caso a situação no país africano se deteriore por causa do referendo de independência do sul, marcado para janeiro do ano que vem.

 

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Scott Gration, conselheiro do presidente Barack Obama, expressou esta mensagem durante sua visita à região neste fim de semana, indicou o Departamento de Estado em comunicado.

 

Em seus encontros com o governo sudanês, Gration "deixou claro que haverá uma série de consequências, incluindo novas sanções, caso a situação no país se deteriore, ou se não houver progressos".

 

Os Estados Unidos exigem a "implementação plena" do Acordo Amplo de Paz (APC), que em 2005 pôs fim a 22 anos de guerra civil entre o norte e o sul do Sudão, além do "fim definitivo do conflito, das violações dos direitos humanos e do genocídio em Darfur".

 

"A menos de 120 dias do referendo sobre a secessão do Sudão e o futuro de Abyei, o país entrou em um período crítico", ressalta o comunicado do Departamento de Estado.

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