AP Photo/Rodrigo Abd
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EUA anunciam novas sanções contra aliados de Maduro na Venezuela

Comandantes de serviço secreto e guarda presidencial têm ativos nos Estados Unidos congelados

Redação, O Estado de S.Paulo

15 de fevereiro de 2019 | 14h34
Atualizado 15 de fevereiro de 2019 | 15h38

CARACAS - O departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira sanções contra cinco funcionários da inteligência e segurança próximos ao "ex-presidente" da Venezuela, Nicolás Maduro. 

"O Tesouro continua visando aos oficiais que ajudaram o regime ilegítimo de Maduro a reprimir o povo venezuelano", afirmou o Tesouro em um comunicado. 

Entre os que receberam sanções, estão membros do Serviço de Inteligência Nacional Bolivariano (SEBIN) e da Guarda Presidencial de Maduro e militares da PDVSA. Eles terão os bens nos Estados Unidos congelados, foram proibidos de viajar para o país e transações financeiras com eles foram vetadas.

Entre os sancionados pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac, em inglês) do Tesouro dos EUA estão o titular do Serviço Bolivariano de Inteligência Militar (Sebin), Manuel Ricardo Cristopher Figuera, e o primeiro comissário dessa mesma instituição, Hildemaro José Rodríguez Mucura.

Além deles, também foram sancionados o comandante da Direção Geral de Contrainteligência Militar, Iván Rafael Hernández Dala; e o diretor das Forças de Ações Especiais da Polícia Nacional, Rafael Enrique Bastardo Mendoza.

Completa a lista o principal responsável da companhia Petróleos da Venezuela SA (Pdvsa), Manuel Salvador Quevedo Fernández, ao que classifica de "presidente ilegítimo" da companhia petrolífera estatal venezuelana.

O Tesouro disse que estas sanções são contra funcionários que ajudaram "o regime ilegítimo de Maduro a reprimir o povo Venezuelano", concretamente contra "funcionários a cargo do aparelho de segurança e inteligência"./ EFE e AFP

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