EUA cogitam cerca de US$ 880 bi com reforma na saúde

Senadores norte-americanos trabalharam hoje em um projeto para a reforma do sistema de saúde que, segundo um deles, custará "menos de US$ 880 bilhões". O plano foi discutido por um grupo bipartidário de seis membros do Comitê de Finanças do Senado, cujo presidente, senador Max Baucus (Democrata), indicou que poderá ser divulgado amanhã.

AE, Agencia Estado

14 de setembro de 2009 | 18h12

O senador Kent Conrad (Democrata), um importante político nas negociações do comitê, disse que o projeto de lei custará menos de US$ 880 bilhões. Baucus confirmou que o Escritório do Orçamento do Congresso disse ao grupo que o preço total para o projeto era menor que o estimado antes, mas informou que ele "ainda passará por pequenos ajustes".

O grupo, que inclui três republicanos e três democratas, discutiu uma série de questões. Os senadores dizem ter trabalhado para um acordo sobre provisões que evitem que imigrantes ilegais recebam benefícios, reduzam os encargos financeiros sobre os Estados provocados pela expansão do programa Medicaid para a população de baixa renda, e reduzam os custos da saúde advindos de ações judiciais por negligência médica.

Espera-se que o Comitê de Finanças vote a legislação na próxima semana, mas ainda não está claro se Baucus conseguirá o apoio dos republicanos para seu projeto de lei antes da sessão. A senadora Olympia Snowe (Republicana), disse que "é difícil dizer ou especular agora" se e quando ela anunciará apoio ao projeto. Ela disse esperar pelo rascunho final do projeto e uma estimativa de custos fechada pelo Escritório do Orçamento do Congresso. Baucus disse aos repórteres que está confiante em "que teremos significativo apoio bipartidário". As informações são da Dow Jones.

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