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EUA confirmam morte de americana que era mantida refém do EI

Kayla Muller foi sequestrada pelos jihadistas em 2013; grupo extremista diz que ela morreu em um bombardeio da Jordânia

O Estado de S. Paulo

10 de fevereiro de 2015 | 14h25


WASHINGTON - O governo dos Estados Unidos confirmou nesta terça-feira, 10, a morte da voluntária americana Kayla Muller, que havia sido sequestrada pelo Estado Islâmico (EI). Na semana passada, o grupo jihadista anunciou que ela não havia resistido aos bombardeios da Força Aérea jordaniana.

"Com profunda tristeza confirmamos a morte de Kayla Jean Muller", disse o gabinete do porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, em um breve comunicado. A nota não informou sobre as causas da morte nem se ela morreu nos bombardeios da Jordânia, como sustenta o EI.

A jovem, de 26 anos e originária do Estado do Arizona, foi sequestrada em 4 de agosto de 2013 e, desde então, sua família se mantinha em "silêncio" para não atrapalhar uma possível libertação da trabalhadora humanitária. O nome da voluntária só foi divulgado na sexta-feira 6.

A família de Muller também confirmou a notícia de sua morte nesta terça. "Temos o coração partido ao informar que recebemos confirmação de que Kayla Jean Muller perdeu a vida", disseram seus pais, Carl e Marsha Muller, em um comunicado divulgado minutos depois da Casa Branca emitir a nota.

"Kayla foi uma humanista devota e compassiva. Dedicou toda sua jovem vida a ajudar na busca de liberdade, justiça e paz", afirmaram os pais.

A nota do governo americano assegurou que "não importa o tempo que levar, os EUA encontrarão e levarão perante a Justiça os terroristas responsáveis pelo cativeiro e morte de Kayla". "O EI é um grupo terrorista odioso e horrendo cujas ações são um claro contraste ao espírito de gente como Kayla", acrescentou o comunicado da Casa Branca. /EFE

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