EUA criticam proposta e defendem punições

Os EUA não gostaram da proposta de resolução dos Brics, anunciada pelo chanceler brasileiro, Celso Amorim. "As sanções unilaterais têm um papel importante no esforço de obrigar um país a cumprir suas obrigações internacionais", disse a secretária adjunta de Estado dos EUA para Organizações Internacionais, Esther Brimmer.

Gustavo Chacra CORRESPONDENTE / NOVA YORK, Denise Chrispim Marin ENVIADA ESPECIAL / NOVA YORK, O Estado de S.Paulo

23 de setembro de 2010 | 00h00

Os Brics, segundo Amorim, querem aprovar uma resolução desaconselhando o uso de medidas unilaterais em casos em que haja discussões no Conselho de Segurança da ONU.

Os outros países que impuseram sanções unilaterais contra o Irã não se manifestaram. O chamado sexteto, composto pelos cinco membros permanentes do CS e a Alemanha, divulgou um comunicado pedindo a adoção total da resolução 1.929 do CS com punições ao Irã, a última rodada, aprovada em junho.

A Rússia, assim como a China, integra tanto o sexteto quanto os Brics. A Coreia do Norte é o outro país que é alvo tanto de sanções da ONU quanto unilaterais. Cuba sofre embargo econômico dos EUA e de alguns outros Estados, mas não das Nações Unidas.

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