AP Photo/Pablo Martinez Monsivais
AP Photo/Pablo Martinez Monsivais

EUA criticam 'transição antidemocrática' em Cuba e pedem mais liberdade

Porta-voz do Departamento de Estado americano afirmou que o novo presidente da ilha comunista, Miguel Díaz-Canel, deve 'responder demandas da população' por prosperidade, liberdade e democracia; em breve comentário, Trump disse 'amar' Cuba

O Estado de S.Paulo

19 Abril 2018 | 17h42

WASHINGTON - Os Estados Unidos criticaram nesta quinta-feira, 19, o "processo de transição antidemocrático" em Cuba e pediram que o novo presidente Miguel Díaz-Canel melhore a vida o povo cubano.

Díaz-Canel promete pouco espaço para capitalismo ao assumir presidência de Cuba

"Os cidadãos cubanos não tinham poder real para afetar o resultado deste processo de transição não democrático", disse o porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert. "Pedimos ao novo presidente que escute e responda às demandas dos cidadãos cubanos por um país mais próspero, livre e democrático", completou.

Também nesta quinta, o presidente americano, Donald Trump, disse que continuará "cuidando" de Cuba durante uma breve visita a uma estação antidrogas de Los Cayos, na Flórida. Em respostas a perguntas do público que o recebeu, o republicano afirmou que "amava Cuba".

Sobre a relação dos EUA com o novo presidente cubano, uma fonte da Casa Branca afirmou nesta quinta que "duvida" que Trump fará qualquer tipo de contato com Días-Canel para felicitá-lo pela chegada ao poder.

Díaz-Canel substituirá Raúl Castro na liderança do Partido Comunista em 2021

Díaz-Canel, de 57 anos, foi apresentado na quarta-feira como candidato único à presidência de Cuba na Assembleia Nacional. Ele sucederá a Raúl Castro, de 86 anos, que deixa o cargo depois de dois mandatos. / AFP e EFE

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.