EFE/MICHAEL KLIMENTYEV/SPUTNIK
EFE/MICHAEL KLIMENTYEV/SPUTNIK

Trump e Putin dão rápido aperto de mão no Vietnã

Mais cedo, a secretária de imprensa do governo americano disse que os dois presidentes compartilharão o mesmo espaço no fórum da Apec, mas descartou possibilidade de reunião bilateral

O Estado de S.Paulo

10 Novembro 2017 | 05h55
Atualizado 10 Novembro 2017 | 15h23

DANANG, VIETNÃ - Donald Trump e Vladimir Putin deram um rápido aperto de mão nesta sexta-feira (hora local) no jantar de gala da cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), depois de dias de especulações sobre o encontro dos dois.

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Não se sabe se os dirigentes mantiveram uma conversa mais substancial durante sua visita ao Vietnã, depois de dias de comunicados contraditórios do Kremlin e da Casa Branca. Antes da viagem, Trump indicou que esperava conversar com seu colega russo durante a visita ao Vietnã para pressionar Moscou a apoiá-lo em relação à crise com a Coreia do Norte. 

No jantar da Apec, os dois se cumprimentaram e posaram rapidamente para a foto com os demais líderes regionais, todos usando trajes tradicionais.  

Mais cedo, fontes oficiais afirmaram que os dois terão nenhum encontro formal em Danang, no Vietnã, onde ambos chegaram nesta sexta-feira, 10, para a cúpula.

"Não há nenhum encontro formal nem nada programado para eles", disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, minutos depois de aterrissar no Vietnã, ao lado do presidente americano.

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Sarah Sanders acrescentou que Trump e Putin compartilhariam o mesmo espaço no fórum do Apec, por isso considerou "possível e provável" um encontro "informal". "Mas em termos de uma reunião formal e programada não há nada no calendário e não acreditamos que haverá", concluiu a porta-voz.

O assessor de assuntos internacionais de Putin, Yuri Ushakov, disse na véspera que a reunião formal em Danang aconteceria, enquanto o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, afirmou que mantiveram contatos para dar origem a uma possível reunião que abordaria situações na Síria e Ucrânia. / EFE e AFP 

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