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EUA dizem que Afeganistão não sofrerá ataques do Taleban

Conselheiro de Segurança afirma que situação no país é 'mais complexa que o simples envio de mais tropas'

Efe,

04 de outubro de 2009 | 16h49

O Conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, James Jones, considerou neste domingo, 4, que o Afeganistão não está em perigo iminente de ataques taleban, apesar do general Stanley McChrystal, comandante das tropas da Otan no país, ter solicitado o envio de mais tropas.

 

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A situação no Afeganistão "é mais complexa que o simples envio de mais tropas ao país, nós precisamos que tudo funcione ao mesmo tempo", disse a rede CNN.

 

O general reformado afirmou que a presença de Al Qaeda é muito reduzida. A estimativa é que existam menos de cem taleban no país, sem bases e sem capacidade para arquitetar ataques.

 

Desde que assumiu o cargo em junho, McChrystal reiterou que a situação militar no Afeganistão é pior que o esperado e em agosto advertiu que os Estados Unidos e os aliados podem sair derrotados se mais soldados não forem enviados.

 

"A segurança é importante, mas o desenvolvimento econômico e o funcionamento das instituições políticas também", disse Jones, que considerou que o Governo de Hamid Karzai deve obter progressos e conseguirá governar sem corrupção.

 

O general ressaltou ainda os esforços feitos pelo governo do Paquistão e o Exército nos últimos meses para erradicar os refúgios da insurgência na região montanhosa da fronteira.

 

A Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) informou neste domingo que pelo menos oito soldados americanos e dois afegãos morreram em um ataque no sábado na província do Nuristão, articulado por uma milícia tribal.

 

Jones disse que Obama recebeu pedido de McChrystal de mais tropas (entre 30 mil e 40 mil), que se somariam aos 68 mil atuais, mas considerou que seria um erro centrar o debate na questão de número de soldados.

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