EUA e Grã-Bretanha vão combater o bioterrorismo

O ministro da Saúde britânico, Alan Milburn, assinou hoje, em Washington, um acordo com seu colega dos Estados Unidos, Tommy Thompson, para proteger os dois países de possíveis ataques terroristas com armas bioquímicas. Milburn declarou que este é um "acordo único". Segundo o documento, tanto o Reino Unido como os EUA trabalharão em conjunto para deter qualquer possível ataque bioterrorista, utilizando os serviços de saúde pública de forma conjunta. De acordo com as informações de Milburn, já foi estabelecido em Londres um plano de contingência em caso de ataque bioterrorista, ainda que não se tenham encontrado ameaças diretas de ataques com armas biológicas. "Esta colaboração vai melhorar a resposta sanitária a situações de emergência", disse o ministro da Saúde, acrescentando que "o acordo demonstra nossa decisão e a de nossos países de nos apoiarmos mutuamente enquanto tentamos lidar com futuras ameaças globais de terrorismo", declarou. Segundo Milburn, os dois países vão trabalhar com cientistas e especialistas, que vão manter uma sofisticada rede de vigilância e divulgar informações sobre uma possível ameaça bioterrorista. "Dos dois lados do Atlântico, os cidadãos podem estar seguros de que nossos serviços de emergência estão preparados para lidar com situações extremas de emergência", disse o ministro britânico. Leia o especial

Agencia Estado,

11 Outubro 2001 | 17h46

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.