EUA estuda detalhes para ajudar a Coreia do Norte

Um alto diplomata dos EUA disse nesta quarta-feira que a ajuda humanitária (fornecimento de alimentos) às pessoas mais necessitadas da Coreia do Norte integra uma "operação complicada". Robert King, o enviado dos EUA sobre direitos humanos à Coreia do Norte, fez a afirmação em Pequim, onde está à frente das negociações com as autoridades de Pyongyang, a fim de finalizar o plano de assistência ao país asiático.

Agência Estado

07 de março de 2012 | 01h18

A Coreia do Norte disse na semana passada que suspenderia seus testes nucleares e o programa de enriquecimento de urânio em troca de alimentos dos EUA, na sequência das conversações iniciadas com os Estados Unidos há menos de três meses, por ocasião da morte do líder norte-coreano, Kim Jong-il.

King contou aos repórteres que ele se encontraria com um representante de Pyongyang para discutir como as 240 mil toneladas de alimentos seriam entregues aos mais necessitados do país comunista. "O programa de assistência nutricional, sobre o qual estamos aqui para negociar, é complicado e precisamos trabalhar os detalhes sobre como o levaremos para fora", disse King.

King disse que a ajuda alimentar visa atender a "um milhão de pessoas ou mais" no empobrecido país asiático, a maioria crianças, mulheres grávidas e idosos, e os oficiais disseram que diminuíram as chances de haver desvio dessa ajuda aos militares. "Precisamos ter certeza de que os procedimentos corretos serão aplicados no país para que essa ajuda chegue realmente a quem precisa", frisou King. As informações são da Dow Jones.

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