EUA estudam novas medidas contra o bioterrorismo

Toneladas de pílulas contra o antraz e de vacinas contra a varíola continuam nos armazéns dos EUA, mas as medidas norte-americanas contra o bioterrorismo não parecem estar concluídas. No próximo mês, agentes do FBI e de agências de inteligência se reunirão em Atlanta, a portas fechadas, com médicos especializados em guerras químicas, radioativas e biológicas, para decidir quais terapias deverão ser preparadas. Estão sendo levados em consideração tratamentos experimentais contra febres hemorrágicas e varíola, a aplicação apropriada da antitoxina contra o botulismo e um novo antídoto contra o cianeto. Apesar de existir uma grande quantidade de antibióticos contra a infecção por antraz, não existem medicamentos para tratar pessoas que contraíram a doença. Leia o especial

Agencia Estado,

14 Janeiro 2002 | 15h45

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