EUA exigem das Farc prova de vida de reféns

Entre os seqüestrados estão os americanos Keith Stansell, Thomas Howes e Marc Gonsalves, capturados em 2003

EFE

24 de novembro de 2007 | 00h44

Os Estados Unidos reafirmaram neste sábado seu apoio aos esforços do Governo colombiano para conseguir a libertação dos seqüestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e exigiu da guerrilha uma prova de vida de todos os reféns como um passo "necessário". "Mantemos nosso apoio ao Governo colombiano e seus esforços para garantir a libertação dos seqüestrados", disse Karl Duckworth, porta-voz do Departamento de Estado. Duckworth comentou a decisão do presidente colombiano, Álvaro Uribe, de encerrar as gestões de seu colega venezuelano, Hugo Chávez, por uma troca humanitária entre reféns e rebeldes presos. "Insistimos que as Farc apresentem uma prova de vida de todos os reféns. A guerrilha é responsável pela saúde e bem-estar de todos eles", acrescentou o porta-voz. Para o Governo de EUA, "uma prova de vida é um passo necessário para qualquer esforço para garantir a libertação dos seqüestrados", afirmou Duckworth. Entre os seqüestrados pela organização estão os americanos Keith Stansell, Thomas Howes e Marc Gonsalves. Eles prestavam serviços para o Pentágono e foram capturados em 2003, quando o pequeno avião em que faziam vôos de reconhecimento sofreu uma avaria, perdeu altitude e foi atingido pelas Farc.

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