EUA farão 'coalização' contra extremistas, diz Obama

Os Estados Unidos vão liderar uma "coalizão ampla" para reverter a ameaça do grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria, revelaram trechos do discurso do presidente Barack Obama antecipados pela Casa Branca nesta quarta-feira. "Nosso objetivo é claro: vamos degradar e então destruir o Estado Islâmico por meio de uma estratégia de contraterrorismo compreensiva e sustentável", afirma o texto. O governo norte-americano não vai enviar tropas para nenhum dos dois países.

Estadão Conteúdo

10 de setembro de 2014 | 19h57

Obama se prepara para um discurso ainda na noite desta quarta-feira no qual deve anunciar a expansão da ofensiva militar contra os insurgentes. Às vésperas do aniversário dos atentados de 11 de setembro, a rara aparição do presidente no horário nobre da televisão norte-americana evidencia a ameaça crescente representada pelo grupo militante.

De acordo com os trechos do depoimento publicados com antecedência pela Casa Branca, o presidente vai propor um plano que inclui tanto ações militares dos EUA como apoio para as forças que combatem o Estado Islâmico - principalmente a oposição moderada na Síria e o governo do Iraque.

"Essa campanha de contraterrorismo será travada por meio de um esforço firme e implacável para acabar com o Estado Islâmico onde quer que ele exista, usando nossa força aérea e nosso apoio às forças parceiras no solo", deve declarar Obama. Fonte: Dow Jones Newswires.

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