Carlos Barria/REUTERS
Carlos Barria/REUTERS

EUA flexibilizam recomendações de viagens a 61 países; Brasil ainda é considerado de 'alto risco'

Governo aconselha que americanos só venham ao País em casos de força maior ou se estiverem vacinados

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de junho de 2021 | 23h01

WASHINGTON - O Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos flexibilizou nesta terça-feira, 8, suas recomendações de viagens para cidadãos americanos a 61 países até então considerados de "risco muito alto" em meio à pandemia de covid-19, sem alterar, no entanto, o status do Brasil.

Segundo a classificação do CDC, esses países passaram do nível 4, de risco "muito alto" - pelo qual só são aconselhadas viagens em casos de força maior e para pessoas vacinadas - para o nível 3, de risco "alto", em que não há uma recomendação expressa de que não se deve viajar para esses destinos, embora mesmo assim seja aconselhada a vacinação antes do embarque.

Entre os países que passaram ao nível 3, estão Espanha, Alemanha, França, Itália, Portugal, Grécia, Áustria, Dinamarca, Polônia, Hungria, Chipre, México, Equador e Honduras. Ao lado do Brasil, permaneceram no nível 4 Peru, Turquia e África do Sul, entre outros.

Mais de 30 países estão alocdos no nível 1, de baixo risco, incluindo Israel, Islândia, Coreia do Sul e Malta. E alguns foram colocados em uma categoria de situação "desconhecida", como Irlanda, Sudão e Afeganistão - o CDC recomenda que americanos não viajem a esses destinos.

A classificação dos níveis de risco de viagem do CDC é diferente da do Departamento de Estado, que além dos fatores ligados a saúde envolve outros, como segurança. /EFE

 

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