Saul Loeb/Pool via AP
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EUA impõem sanções a empresas chinesas e russas por apoiar plano nuclear iraniano

Companhias enfrentarão restrições à ajuda do governo americano e exportações durante dois anos

Redação, O Estado de S.Paulo

27 de novembro de 2020 | 22h43

WASHINGTON - O chefe da diplomacia americana anunciou nesta sexta-feira, 27, a imposição de sanções econômicas contra quatro empresas chinesas e russas, acusadas de terem apoiado o desenvolvimento do programa nuclear iraniano.

"Os Estados Unidos sancionaram quatro empresas da Rússia e da China por apoiar o programa nuclear do Irã", tuitou o secretário de Estado americano, Mike Pompeo. 

As sanções de Washington são contra duas empresas com sede na China, Chengdu Best New Materials e Zibo Elim Trade, e outras duas baseadas na Rússia, o Nilco Group e a Joint Stock Company Elecon. 

Acusadas de "fornecer tecnologia e equipamentos avançados para o programa de mísseis nucleares do Irã", as companhias enfrentarão restrições à ajuda do governo americano e suas exportações durante dois anos, disse o Departamento de Estado em um comunicado. 

"Continuaremos utilizando todas as sanções a nossa disposição para evitar que o Irã aumente sua capacidade nuclear", enfatizou Pompeo. 

O presidente americano, Donald Trump, retirou em 2018 o país do acordo internacional assinado três anos antes com o Irã. O governo republicano imediatamente restabeleceu e depois endureceu todas as sanções americanas contra a República Islâmica em nome de uma política de "pressão máxima". 

Desde então, os Estados Unidos decidiram sancionar qualquer país ou empresa estrangeira que descumprir suas medidas contra Teerã. /AFP

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