Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE

EUA insistem em ação concreta para deter programa nuclear norte-coreano

Os Estados Unidos reafirmaram seu compromisso de iniciar uma ação concreta para impedir a Coréia doNorte de voltar a realizar testes de mísseis que ponham em perigo a segurança do Leste da Ásia. Em declarações à imprensa antes de viajar a Pequim, o enviado especial dos EUA para a península coreana, Christopher Hill, ressaltou em Tóquio a importância de se aplicar a resolução 1.695 do Conselho de Segurança da ONU sobre os testes de mísseis realizados no dia 5 de julho. "É muito importante que a resolução seja seguida por uma ação concreta", disse Hill. A resolução condena a Coréia do Norte pelo lançamento de setemísseis balísticos, inclusive um intercontinental Taepodong-2, capaz de atingir o território dos EUA, e exige a volta à moratória sobre ostestes, assinada em 1999.Também pede aos países que fazem parte da ONU vigilância no controle da transferência de componentes e tecnologia relacionados com a produção de armamentos. "Estamos interessados em resolver este problema e proteger osdois países", disse Hill, sem explicar que medidasconcretas serão adotadas. O enviado especial dos EUA se reuniu em Tóquio com seu colega para as negociações nucleares multilaterais com a Coréia do Norte,Kenichiro Sasae, e outros membros do Ministério de Relações Exteriores japonês. Hill negou ter dados concretos sobre as notícias das últimas semanas, de que a Coréia do Norte estaria preparando um teste nuclear subterrâneo. Ele também disse não saber se o líder norte-coreano, Kim Jong-Il, deve fazer uma viagem à China. Fontes diplomáticas chinesas citadas pela imprensa sul-coreana e japonesa informaram que o trem especial usado por Kim se encontra atualmente na fronteira entre China e Coréia. Após sua visita ao Japão, Hill vai à China e à Coréia do Sul, numa ofensiva diplomática destinada a desbloquear o processo de diálogo em torno da Coréia do Norte e seus programas bélicos.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.