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EUA intensificam pedido de doações para o Iraque

Os EUA e seus aliados intensificam os esforços para obter grandes contribuições de países ricos para a reconstrução do Iraque na conferência internacional de países doadores, que será aberta quinta-feira em Madri. Dos US$ 56 bilhões que Banco Mundial e a ONU consideram necessários nos próximos quatro anos para a recuperação da economia iraquiana, até agora foi arrecadada cerca da metade, US$ 27 bilhões. Apenas uma soma entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões veio de países aliados dos EUA. Outros US$ 20,3 bilhões provêm diretamente dos Estados Unidos (ainda à espera do aval do Congresso) e o restante, de instituições internacionais.Até agora, as maiores contribuições foram do Banco Mundial (US$ 3,5 bilhões), Japão (US$ 1,5 bilhão), Fundo Monetário Internacional (US$ 840 milhões), a Grã-Bretanha (cerca de US$ 470 milhões), Espanha (US$ 300 milhões) União Européia (US$ 235 milhões).A conferência de Madri será aberta pelo secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e reunirá mais de 60 países, 19 instituições internacionais e 13 organizações não-governamentais. Embora o governo espanhol se mostre otimista, muitos países europeus não serão representados por ministros. A Alemanha informou já ter dado US$ 117 milhões, parte dos quais via o fundo da UE, para o qual a França também contribuiu. A Rússia não fará doações. Esses três países se opuseram à guerra.

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