Jae C. Hong/AP
Jae C. Hong/AP

EUA já aplicaram 100 milhões de doses de vacinas contra covid-19 

Mais de 35 milhões de pessoas foram totalmente vacinadas, representando 13,5% da população adulta do país, de acordo com o CDC

Redação, O Estado de S.Paulo

12 de março de 2021 | 17h51
Atualizado 12 de março de 2021 | 19h36

WASHINGTON - Os Estados Unidos ultrapassaram nesta sexta-feira, 12, 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 administradas, de acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC)

Mais de 35 milhões de pessoas foram totalmente vacinadas, representando 13,5% da população adulta dos EUA, de acordo com o CDC. Mais de 65,9 milhões de pessoas receberam pelo menos uma injeção dos regimes de duas doses, como explicou o órgão. 

O governo acelerou lentamente o ritmo das vacinações desde que o presidente Joe Biden assumiu o cargo, em 20 de janeiro. A Casa Branca originalmente começou a administrar 1 milhão de injeções por dia, o que alguns especialistas em saúde pública criticaram como uma meta baixa. Nesta sexta-feira, segundo o CDC, os EUA administraram um recorde de 2,9 milhões de doses.

O saldo do centro de controle inclui todas as doses administradas desde que a vacinação começou em território americano em meados de dezembro, sob o mandato do ex-presidente Donald Trump.

Dessa forma, o marco atingido nesta sexta-feira não representa que a promessa feita pelo novo presidente americano, Joe Biden, de que em seus primeiros 100 dias no poder seriam administradas 100 milhões de doses da vacina, tenha sido cumprida. Desde que o atual chefe de governo tomou posse, em 20 de janeiro, mais de 81,6 milhões de frascos já foram usados, de acordo com uma contagem independente da emissora NBC News.

De acordo com uma estimativa do presidente dos EUA anunciada nesta quinta-feira, o ritmo acelerado da vacinação no país lhe permitirá cumprir muito antes do esperado sua promessa de atingir 100 milhões de doses sob seu mandato, e previu que o fará pouco depois de chegar a 60 dias na Casa Branca, ou seja, até o próximo dia 21. Em seu discurso na noite de quinta-feira, ele havia previsto que a meta seria alcançada até lá. 

O país, com cerca de 330 milhões de habitantes, anunciou na quinta-feira que vai recrutar dentistas, médicos veterinários e estudantes de saúde para reforçar a sua campanha de vacinação.

Na noite de quinta-feira, em seu primeiro pronunciamento à nação desde que assumiu a Casa Branca, Biden instruiu que os governos estaduais tornem todos os americanos elegíveis para receber a vacina contra o coronavírus até 1º de maio./AFP e EFE 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.