Andrew Burton/AP
Andrew Burton/AP

EUA lembram os 13 anos dos atentados do 11 de Setembro

Presidente e parentes das vítimas fazem homenagens em Nova York; Washington e Pensilvânia

O Estado de S. Paulo

11 de setembro de 2014 | 11h25


NOVA YORK - Políticos, dignitários e parentes de vítimas se reuniram em Nova York, Washington e Pensilvânia nesta quinta-feira, 11, para homenagear as quase três mil pessoas mortas durante os atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001.

Em uma celebração que se tornou um ritual anual, os nomes da vítimas serão lidos em voz alta na cerimônia em Nova York, pontuados por momentos de silêncio para marcar as vezes em que cada um dos aviões sequestrados pela Al-Qaeda colidiu contra as torres gêmeas do World Trade Center.

O presidente Barack Obama deve falar no Pentágono durante uma cerimônia privada para parentes das pessoas mortas no ataque ao Departamento de Defesa dos EUA.

Em Nova York, esta é a primeira solenidade desde a abertura do museu Memorial Nacional 11 de Setembro. A área, que esteve em obras por mais de uma década, agora está reconectada às ruas ao redor, à medida que a reconstrução termina.

"Pela primeira vez neste ano, porque o museu abriu em maio, membros das famílias serão capazes de visitar o museu como parte da celebração”, disse Michael Frazier, um porta-voz do memorial.

Embora a reconstrução tenha sido afetada por atrasos, dois dos novos arranha-céus construídos ao redor do local do colapso das torres estão abertos, ao passo que o 1.º World Trade Center, o arranha-céu mais alto do hemisfério ocidental, deve abrir apenas no fim do ano.

Embora a ilha nova-iorquina de Manhattan possa parecer diferente neste ano, a ameaça externa contra os EUA representada pelos atentados de 11 de Setembro ainda assombra.

Os EUA e seus aliados veem o Estado Islâmico, um grupo que começou como uma célula separatista da Al-Qaeda, como um crescente perigo. Na quarta-feira Obama detalhou planos para atacar o grupo, que tomou grande faixas de território no Iraque e na Síria e divulgou vídeos de decapitações de dois reféns americanos. / REUTERS

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