EUA libertam 15 estrangeiros detidos em Guantánamo

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou a libertação de 15 estrangeiros suspeitos de "terrorismo" detidos em uma base naval americana em Guantánamo, Cuba, reduzindo a 595 o número de pessoas confinadas no local sem acusações formalizadas, nem acesso a advogados.Todos os libertados foram transferidos a seus países de origem. Entre eles havia cidadãos de Afeganistão, Iêmen, Iraque, Jordânia, Sudão, Tajiquistão e Turquia. O Pentágono não revelou detalhes sobre as pessoas libertadas nem informou quando elas deixaram a base naval."A decisão de transferir ou libertar um detido leva em conta diversos fatores, inclusive o valor das informações reveladas pelo detido aos nossos agentes e a ameaça representada por ele à segurança dos Estados Unidos", dizia um breve comunicado.Antes do anúncio dessas 15 libertações, outras 119 pessoas já haviam sido libertadas e 12 extraditadas, para que continuassem detidas em seus países de origem, sendo sete para a Rússia, quatro para a Arábia Saudita e uma para a Espanha.

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