EUA: Lobby em favor das armas mantém-se em silêncio

A Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês) - maior grupo de pressão norte-americano em favor do porte de armas - costuma defender publicamente suas posições mesmo depois de massacres como o de Columbine, em 1999, mas permanece em silêncio desde a última sexta-feira, quando o atirador Adam Lanza matou 26 pessoas, entre elas 20 crianças de seis e sete anos, antes de suicidar-se em Connecticut.

AE, Agência Estado

18 de dezembro de 2012 | 16h41

A página da NRA no Facebook foi tirada do ar e o lobby de armas não publicou até agora nenhuma mensagem no Twitter. O grupo também não menciona a chacina em sua página oficial na internet e até agora nenhum de seus líderes procurou a mídia para defender o porte de armas.

Em massacres anteriores, a NRA sempre foi rápida em manifestar pesar pelas vítimas e defender o que considera o direito constitucional dos norte-americanos ao porte de armas.

Apesar disso, não existe nenhum indício de que o silêncio da NRA signifique uma iminente mudança em sua oposição ferrenha aos controles sobre as vendas de armas.

Ainda não se sabe por que a NRA continua fora do debate sobre o controle de armas, que voltou a ganhar força com o massacre da última sexta-feira. As informações são da Associated Press.

Tudo o que sabemos sobre:
EUAmassacreNRA

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.