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EUA matam 'produtor' de vídeos de execuções do Estado Islâmico na Síria

Pentágono salientou que 'Dr. Wail' era 'um dos líderes de mais alta categoria' do EI e o 'produtor de vídeos de propaganda nos quais eram exibidas tortura e execuções'

O Estado de S. Paulo

16 de setembro de 2016 | 18h39

WASHINGTON - Os Estados Unidos mataram em um ataque aéreo, no dia 7, Wail Adil Hassan Salman al-Fayyad, "ministro da Informação" do Estado Islâmico (EI) e "produtor" dos vídeos de execuções que o grupo jihadista divulga na internet, segundo informou nesta sexta-feira, 16, o Pentágono.

Em comunicado, o porta-voz do Departamento de Defesa, Peter Cook, afirmou que o ataque aconteceu nos arredores de Raqqa, bastião do EI na Síria. 

Cook detalhou também que Wail, conhecido como "Dr. Wail", "operava o Ministério de Informação para a organização terrorista e era um proeminente do Conselho da Shura", o órgão de liderança do grupo jihadista sunita.

O Pentágono salientou que Wail era "um dos líderes de mais alta categoria" do EI e o "produtor de vídeos de propaganda nos quais eram exibidas tortura e execuções".

Além disso, segundo o Pentágono, Wail era próximo de Abu Muhamad al-Adnani, um dos principais líderes e porta-voz do EI, a quem Washington assegura que matou em Al-Bab, também na Síria, no dia 30.

O secretário de Defesa, Ash Carter, chegou a classificar Al-Adnani como "um dos mais perigosos" líderes do EI, por seu papel em instigar atentados no exterior.

O Pentágono disse que seguirá perseguindo sua estratégia de ataques contra figuras de importância dentro do EI, para promover tensões internas e instabilidade dentro da organização. / EFE

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