Ibrahim Alaguri/AP
Ibrahim Alaguri/AP

EUA negam falha após ataque a consulado em Benghazi

Autoridades de inteligência apresentaram detalhes do esforço da CIA para resgatar equipe do Departamento de Estado

Agência Estado

02 de novembro de 2012 | 12h21

WASHINGTON - Poucos dias antes da eleição presidencial americana, marcada para a próxima terça-feira, autoridades dos EUA estão rebatendo alegações de que falharam em responder rapidamente ou com eficiência ao atentado contra o consulado americano em Benghazi, na Líbia, detalhando pela primeira vez um amplo esforço de resgate da CIA.

Autoridades de inteligência dos EUA informaram na quinta-feira que oficiais de segurança da CIA foram ao socorro da equipe do Departamento de Estado menos de 25 minutos após receberem a primeira chamada por ajuda do consulado, que fica a cerca de 1,5 quilômetro do anexo da CIA.

A linha do tempo detalhada fornece o primeiro olhar em profundidade sobre o quão envolvida estava a CIA na tentativa de resgate, e vem à tona em meio a questões persistentes sobre se o governo do presidente Barack Obama respondeu tão rápida e efetivamente quanto poderia.

O ataque no dia 11 de setembro, supostamente perpetrado pelo grupo terrorista Al-Qaeda, matou quatro americanos, entre eles o embaixador dos EUA na Líbia, Chris Stevens.

Com AP

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